Puladas as 7 ondinhas na virada de ano e passadas as ceias
de natal, o ano se inicia. Neste período é comum demandas de intensa angustia, ainda que este período esteja
fortemente associado a confraternizações, reencontros, atos solidários e
perdões, revela-se também outra faceta de solidão e angustia, muita angustia.
Mesmo aqueles que resistam ao ritual da passagem de ano, de
alguma forma somos impulsionados para pensamentos de mudanças, de planejar, de
recomeçar.
É aí que muitas metas acabam sendo criadas e planejadas, porém não sendo incomum que muitas delas acabem nem saindo do papel. Então o que acontece?
Eis que surge uma questão fundamental: será que queremos mesmo o que estamos desejando? Somos capazes de suportar aquilo que desejamos junto dos imprevistos que possam ocorrer? Bons insights!
É aí que muitas metas acabam sendo criadas e planejadas, porém não sendo incomum que muitas delas acabem nem saindo do papel. Então o que acontece?
Eis que surge uma questão fundamental: será que queremos mesmo o que estamos desejando? Somos capazes de suportar aquilo que desejamos junto dos imprevistos que possam ocorrer? Bons insights!

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